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sábado, 24 de agosto de 2013

Como ela faz isso?

A olhei pela manhã há muito tempo
Quando o sol resplandecia
Em sua suave pele branca
E inexplicavelmente, não se distinguia
De seus inconfundíveis cabelos, cor de fogo

Parei a observa-la 
Consternado e obcecado
Perante um longo instante 

Sua beleza não pararia 
Apenas em seu exterior
Que de certo modo
Era o que menos importava

A percebi por dias, por anos
Por fim notei realmente
O que me impressionará

Forá a beleza, forá ela
Aquela que se escondia
Em seu interior, no mais profundo

Aqueles segredos indecifráveis
Que nunca sequer terei a
Oportunidade de conhecer
Aqueles pensamentos, aquela menina
Como pode ser ela?

É ela que estranhamente me entende
Que na inexplicacia de pensamentos
Me deixa sem qualquer palavra
E ela a coisa mais imperfeita
Que habita na perfeição mais inimaginável


domingo, 18 de agosto de 2013

Tudo em nada

Na euforia de tristeza
chega a loucura que me
acompanha espontaneamente

Apos cada drama suavizador
que nem ao menos me afligiu
ganho a compaixão da alegria
que me reveste por completo

Em cada sentimento
que me faz estranhamente
desiludido com qualquer que seja...
sou tomado pela inevitabilidade
da sensação que me torna sublime

Nos momentos que me perco
perante a escuridão mais fria
sinto que algo do mais incógnito
aquece meu corpo, sem resposta
e ilumina minha mente, incontestável

Não consigo, viver sem gozar
dessa loucura na tristeza
sem essa euforia inesperada
sem a escuridão que me resfria
durante a noite mais quente

Tenho que passar por isso
é o que me faz
é o que simplesmente
me deixa sentir os momentos
de euforia do prazer mais insano
A espera para a próxima felicidade

domingo, 4 de agosto de 2013

Viagem ao futuro

Homens virarão cavalos
homens virarão pássaros
homens virarão peixes
homens virarão maquinas

Vivo a ir e vir
Através de um tempo
Que aprendeu a voar

Metal, maquinas, homens
Mecanismos, cérebro, pensar
Processar, coração, existir
Não há qualquer distinção

A maquina que era meu corpo
Enferrujou, forá substituída
As falsas almas de ferro
Não mais ficam ultrapassadas

Do frio, maquina a esquentar
Do coração, maquinas a movimentar
Do cérebro, maquinas a pensar
De tudo maquinas a fazer