A olhei pela manhã há muito tempo
Quando o sol resplandecia
Em sua suave pele branca
E inexplicavelmente, não se distinguia
De seus inconfundíveis cabelos, cor de fogo
Parei a observa-la
Perante um longo instante
Sua beleza não pararia
Apenas em seu exterior
Que de certo modo
Era o que menos importava
A percebi por dias, por anos
Por fim notei realmente
O que me impressionará
Forá a beleza, forá ela
Aquela que se escondia
Em seu interior, no mais profundo
Aqueles segredos indecifráveis
Que nunca sequer terei a
Oportunidade de conhecer
Aqueles pensamentos, aquela menina
Como pode ser ela?
É ela que estranhamente me entende
Que na inexplicacia de pensamentos
Me deixa sem qualquer palavra
E ela a coisa mais imperfeita
Que habita na perfeição mais inimaginável
