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domingo, 1 de dezembro de 2013

Algo real!

Fingir para que, não seria o exato
Esperar para que, não seria sensato
Isso não foi amor, foi bem mais
Não foi nada perfeito

Uma sensação inconsequente
Sem rumo, sem motivo
Uma loucura incompleta
Um prazer inalterado
Uma rebelião entre nós

Aos poucos se formou
Do nada, surgiu tudo
Aquela pessoa normal
No sonho mais imprevisível
Torna-se a realidade
De um sonho totalmente surreal

Através do tempo, ele mesmo
Algo se firmou concreto
Eu me declarei a um sentimento
Que simplesmente nós descontraiu
Que por alguns instantes fez-me único

Por causa disso, lagrimas
Na tristeza sorri
Por causa disso, lembranças
Na alegria chorei
Por causa disso, para sempre
Na eternidade lembrarei

Assim, através do tempo da vida
Me recordarei de seu rosto, incontestável
Das palavras reconfortantes
Dos gritos alucinados
Dos inúmeros dias que pude
Estar sobre sua presença

Sem explicação, aqui nasceu...
A euforia, não morrerá
Enquanto aqui permanecermos
Ligados entre o elo da alma
Sempre estarei a ouvir
Um clamor sobre algo
Tão verdadeiramente real
A sua amizade, a nossa amizade
Já sobreviveu à eternidade

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Não abandona-lá

Olha! Um único momento
da paralisação incomoda 
uma turbulenta sensação, motivação
me traz o tema necessário 

Ao redor a inconstância
se torna sublime
me toma, me fortalece
me toma, me estagna

agora no simples natural
posso sentir o som
fechar meus olhos
lembrar-me do jardim da alma
que por tanto tempo ficou
em meio ao abandono

Caminhando calmamente
passo, passo, metros se vão
o vento, o sol, tudo se extingui
sozinho sobre nada, prendo a respiração

O tempo foge... horas se foram
Ao retornar ao jardim
a surpresa incomoda aparece 
Meu jardim está vivo 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Divisão entre tempos

Andando por qualquer lugar
Em qualquer que seja à hora
Aquela sensação incondicional
Simplesmente me acala 

Na paralisação mortal do instante 
Sem um movimento que possa
Se aproximar do proveito humano

Olho a meu lado 
Meus olhos são surpreendidos 
Pela visão do nada indecifrável 
Olho para traz e novamente

Tomo-me como uma suposição do imaginário
Na indecisão da descrição 
Além surgem reflexos compreendidos 

Então, sou conquistado pela 
Incompreensão da certeza estagnada
Percebo que o sombrio 
Seguindo meus passos errôneos
Era uma simples imagem sobre o exagero 
De aquele ser que se tornei  

À frente, seguia algo
Com olhos vendados 
Com audição fragilizada 
Com as pernas totalmente bambas 
Eu estava no encalço do auge
Da indecisão de quem serei 

Perdido na instabilidade
Em meio à transição de tempos 
No tênue rúptivel de minha alma 
Sinto que sou o único sobre 
Pleno poder da suprema decisão  

domingo, 29 de setembro de 2013

É ela!

Porque fico tão perdido
Imposto ao incontrolável do constrangimento
Sob palavras que se dispersam intensamente
Expelidas pela a incoerência de meus meros pensamentos

Não sei como expressar-me
Não há como definir palavras
Que torne um pouco mais sublime
O que passa por minha mente

Quando desvio meus pensamentos a você
Quando ouço a recordação de sua voz
Que me aterroriza por completo
E me deixa simplesmente insensato

Quem é você?
Para fazer isso comigo
Fico esbaforido, apenas em pensar
Em tudo que você poderia vim a ser
Mas não sou tomado por nenhuma conclusão

Tento ser um simples ser romântico
Que já perdeu o romantismo
Antes sequer de possuí-lo
Mas minhas palavras perdem o sentido

Não sei como, não sei o porque
Apenas fui tomado por esse sentimento
Que me deixa cada vez mais incompreensível

Sua beleza, aquela mais simples
Que habita em seu exterior
Foi ela a culpada, mas jamais somente ela
Seus pensamentos que não conheço
Esse seu modo incondicionalmente gracioso
Não haveria como não ser você!

Essa paixão, cada uma dessas
Sensações maravilhosas e únicas
Que me deixam sobre plena loucura
Podem até ser esquecidas
Mas você, com todo esse encanto, essa pureza
Essa perfeição instável, que está aí dentro
Nunca terei a chance de esquecer

sábado, 28 de setembro de 2013

Complemento!

"O mundo é aquele ser brilhante e incógnito que faz a existência ser um mero complemento do que já foi realizado"

domingo, 22 de setembro de 2013

Não quero ouvir isso!

Não quero viver a ouvir
Essa confusão em forma melódica
Que toma minha audição e invade minha mente

Não sou nem por perto um cantor
Minha voz totalmente desafinada
Totalmente fora de ritmo

Porque então estou a criticar
Nem eu sei certamente
Não sou ninguém
Sou apenas um ser indignado
Não sei com o que, mas assim estou

Não aguento essas combinações de palavras
Que cada vez mais ferem meus tímpanos  
Chega de harmonias melódicas
Quero ouvir conteúdo
Quero algo que faça meu espírito
Valer apena e que me torne complexo
E não que faça de meu corpo um reservatório
Cada vez mais perto do vácuo absoluto

Não dito nada, sou apenas outro!
Um revoltoso exacerbado, talvez
Não sei escrever uma frase em pleno sentido

Mas não aguento mais
Essa pejoração ao ser humano
Homens agridem sua raiva não expressada
Mulheres implicitamente xingam o mundo
Crianças cegamente seguem tudo

Como o mundo, a musica  
Se constroem a cada dia
De uma forma extremamente súbita
Tudo cresce como uma imensa torre pizza
Fixo pelos milênios, mas prestes a ruir

Qualquer coisa vale a pena!

O mundo onde qualquer ser humano vive ou já viveu, não tem um significado concreto, uma certeza que possa fazer de nós como seres humanos um pouco menos errôneos, não posso eu como um simples ser humano, dizer nada além de meu passado que não chego e talvez nem exista, sobre um futuro que já passou e que eu poderia telo perdido por completo, ou sobre um presente que nem ao menos conheço, mas que tento apenas torná-lo algo com o máximo de perfeição, onde eu poderia ser um ser que não pensa para pensar, e que haja sobre a mais intensa duvida sem ao menos se perguntar o porque. O meu mundo, minha vida, tudo não tem qualquer resposta, mas tudo sempre valeu, vale e valerá a pena, apenas tento através de minhas palavras, questionar-me e chegar a qualquer conclusão que deixe minha mente limitada um pouco mais saciada, sou apenas um adolescente, uma criança com apenas dezessete anos, mas isso não me proíbe de pensar um pouco mais sobre o meu verdadeiro significado nesse lugar que descrevo como maravilhoso, as mentes mais vastas e intensas, pela qual minha jovem audição já ouviu falar começaram a complementar o mundo com suas ideias e invenções desde o inicio de suas existências, me inspirando em qualquer um desses, apenas tento ganhar um micro espaço na historia dessa imensidão conhecida como Terra, quem sabe um dia, o tempo não importa, fama em vida não traz gloria alguma.

sábado, 21 de setembro de 2013

Só, no tempo

Eu sou o escritor do futuro
Pois durante o passado
E perante o presente
Eu nem sequer existo

Não sei porque sou assim
Desse modo incompreensível
Essa eterna incógnita
Perdida entre tempos

Tento compreender ao menos
o que verdadeiramente sou
humano, assim espero
Mas habito, sinto e vivo
Ou só passo de gás e matéria

Vagando diante do universo
mais nebuloso e sombrio,
mas para onde vou?
minha frequente duvida
que marcou seculos e vidas
pode simplesmente nunca ser
ao menos compreendida

sábado, 24 de agosto de 2013

Como ela faz isso?

A olhei pela manhã há muito tempo
Quando o sol resplandecia
Em sua suave pele branca
E inexplicavelmente, não se distinguia
De seus inconfundíveis cabelos, cor de fogo

Parei a observa-la 
Consternado e obcecado
Perante um longo instante 

Sua beleza não pararia 
Apenas em seu exterior
Que de certo modo
Era o que menos importava

A percebi por dias, por anos
Por fim notei realmente
O que me impressionará

Forá a beleza, forá ela
Aquela que se escondia
Em seu interior, no mais profundo

Aqueles segredos indecifráveis
Que nunca sequer terei a
Oportunidade de conhecer
Aqueles pensamentos, aquela menina
Como pode ser ela?

É ela que estranhamente me entende
Que na inexplicacia de pensamentos
Me deixa sem qualquer palavra
E ela a coisa mais imperfeita
Que habita na perfeição mais inimaginável


domingo, 18 de agosto de 2013

Tudo em nada

Na euforia de tristeza
chega a loucura que me
acompanha espontaneamente

Apos cada drama suavizador
que nem ao menos me afligiu
ganho a compaixão da alegria
que me reveste por completo

Em cada sentimento
que me faz estranhamente
desiludido com qualquer que seja...
sou tomado pela inevitabilidade
da sensação que me torna sublime

Nos momentos que me perco
perante a escuridão mais fria
sinto que algo do mais incógnito
aquece meu corpo, sem resposta
e ilumina minha mente, incontestável

Não consigo, viver sem gozar
dessa loucura na tristeza
sem essa euforia inesperada
sem a escuridão que me resfria
durante a noite mais quente

Tenho que passar por isso
é o que me faz
é o que simplesmente
me deixa sentir os momentos
de euforia do prazer mais insano
A espera para a próxima felicidade

domingo, 4 de agosto de 2013

Viagem ao futuro

Homens virarão cavalos
homens virarão pássaros
homens virarão peixes
homens virarão maquinas

Vivo a ir e vir
Através de um tempo
Que aprendeu a voar

Metal, maquinas, homens
Mecanismos, cérebro, pensar
Processar, coração, existir
Não há qualquer distinção

A maquina que era meu corpo
Enferrujou, forá substituída
As falsas almas de ferro
Não mais ficam ultrapassadas

Do frio, maquina a esquentar
Do coração, maquinas a movimentar
Do cérebro, maquinas a pensar
De tudo maquinas a fazer

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Será que assim será

"Se passaram dias, passaram anos o tempo passou e fingiu que nem me viu, eu envelheci como eu nunca antes havia pretendido, minha mente se transformou num vazio completo sem espaço para preenchimentos, meu corpo já não é o mesmo, meus pensamentos evacuaram-se para o nada, eu sou o que sempre quis ser mas eu não sou ninguém, eu apenas fui alguém a passar por aqui, talvez tenha deixado minha marca mas de que ela importa, eu olho para trás e percebo que eu não fiz nada que realmente me deixasse eufórico e esbaforido de um sentimento puro e único que levasse minha alma até a real felicidade."

segunda-feira, 29 de julho de 2013

A algo a mais

Por quê eu vivo?
Qual o significado de minha vida
Perto de todo o resto
Será que faria eu falta
Se não viesse a existir

Para onde irei após esse sonho louco
que é a minha existência
Será que meramente sumirei do mapa
E habitarei no vazio pela eternidade

Não quero nem por um instante
Pensar, que assim será
Se eu pensasse que o que me espera
É apenas nada, então de que adiantaria viver
Enfrentar tantas coisas, se nem ao menos
Viria a me lembrar dos meus feitos

Para que sofrer tanto
Para quer lutar perante tantas incertezas
Para que tentar gravar meu nome
na historia de um mundo que já me esqueceu
Buscando uma felicidade que tenta
Fugir ferozmente de mim
Tudo isso somente para habita num longo vazio?

Por enquanto então para conseguir viver
Pelo menos até o fim desse sonho
Creio que ah algo mais além de
uma imensidão vazia perante o nada
A esperar por todo meu ser

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Porque tenho medo?

De que devo ter medo
Do escuro que cega meus olhos
De algo que assombra minhas noites

Devo temer o que conheço
Ou que habita em meu imaginário
Os segredos que nunca foram ouvidos
Ou as certezas que não foram ditas

Devo temer a solidão
Na noite que nunca acaba
Ou falsos convívios que me
 deixam ainda mais só

Que medo é esse?
Que surgi do nada
Sem me deixar qualquer esclarecimento
Que me faz anormal por temer
o que parece ser comum

Esse medo que me faz irreconhecível
Que em algumas ocasiões
É o único em que posso confiar
O medo que confunde meus pensamentos
E alivia minha mente perante a incerteza

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Em meio ao nada

Vou viver em meio ao nada
Onde eu seria tudo
Longe de tudo e perto de nada

Onde eu poderia ser livre
Sem me importar com falsos olhares
Sem me importar em ser quem nunca fui

Onde eu poderia olhar
Para todos os lados e ver
O que nunca presenciei
Sentir o que nunca senti

Onde eu deitaria sobre o chão
Sobre o cintilar de estrelas
Poderia sentir o vento frio a me tocar
Pensar nas estrelas, no céu, em tudo
Como se não tivesse sentido algum
Como se fossem apenas algo a me pertencer


Quero ser louco


Eu gostaria de ser um louco
Quem sabe desse modo
Conseguiria ser um poeta

Se eu pudesse escrever tudo que
Me viria a mente, transmiti
Cada sensação e cada sentimento
Meramente como um poeta louco

Poder viver sem me importar
Com qualquer critica
Poder viver apenas para sonhar

Esquecer os problemas
Os intensificar sobre o papel
Assim que eles brotarem de minha mente

Nas horas de loucura
Nas horas de solidão
Nas horas que me sinto eufórico
Nas horas que me sinto vazio

Queria ser um simples louco
Para ser aquele que não pensa
Para colocar meus verdadeiros sentimentos
Sobre um mero pedaço de papel


domingo, 21 de julho de 2013

Queria ser feliz!

Queria poder ver o mundo
Com os olhos de um candango analfabeto
Que vê a felicidade em qualquer plano
Com os olhos de um ser ignorante
Que um dia achou ser único

Queria eu poder não pensar
Talvez assim eu seria, um vazio feliz
Como tantos outros que nada foram

Queria que os únicos sentimentos
Que eu poderia sentir fossem
Simplesmente a alegria e a tristeza
Sem ter que sentir e tentar interpretar
Essa complexidade de sensações
Que brotam de dentro do mais profundo
Sem que eu saiba o porquê

Queria poder ser um ser
Que viveria sem ter qualquer perspectiva
Sem ter um futuro em que confiar

Queria eu poder não sonhar
Talvez assim eu poderia
Ser um simples infeliz, feliz  

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Meu passado não passou


Devo apenas esquecer meu passado
E pensar apenas num futuro
Meu passado não foi brilhante
Mas como esquecê-lo, ele me pertence

Será que não passarei de uma
Pessoa a ser esquecida pelo mundo
Serei apenas mais um ser sem passado algum
perante meus semelhantes

E o meu passado, então de nada vale
Meu passado que um dia foi meu presente
Que um dia foi meu futuro

Passei por tristezas sob meu passado
Com elas conheci meus sentimentos obscuros
Deixei-me ser derrotado incontáveis vezes
Com as derrotas compreendi o mundo
Que sempre me será incompreensível

Quem vou ser eu
O que foi escrito em meu destino incerto
Que nunca ao menos existiu
Devo esperar por algo que nunca acontecerá
Ou devo tentar escrever meu próprio fim

Tenho que fazer minhas escolhas
Tenho que cometer meus erros
Tenho que ser incerto para ser conciso
Enquanto ainda posso mudar meu
passado que habita em meu futuro


terça-feira, 16 de julho de 2013

Isso é viver


Acordei numa manha qualquer
Normalmente indisposto
Levantei-me subitamente
E me deparei atrasado

Me troquei como nunca antes
Num estrondo a porta atrás
de mim veio a bater

Parei por um instante
E me vi admirando o céu
percebi que as nuvens estavam
inimagináveis, elas estavam esplendorosas
como nunca antes estiveram

O vento acariciou minha pele
ele estava quente e leve
ele estava estranhamente perfeito
fez com que eu viajasse até as nuvens

Por um breve instante
Meu interior e meu exterior se interligaram
O calor de minha pele, de todo o meu corpo
se uniu em uníssono com o frio
de meu interior, de minha alma

Tive um breve reflexo
Onde vi o que há de mais belo
O que há de mais primoroso
E neste instante percebi
o verdadeiro significado de viver

Viver é esquecer todo o resto
É só ter olhos para uma coisa
É poder apreciar as maravilhas
que são postas a minha frente
como elas são, são únicas
É perceber que o mundo é só você
É não se importar com nada além do agora

Só um sonho


Nas nuvens de confusão
Que se tornam meus pensamentos
Longe de nada e longe de tudo

Na escuridão que forma à noite
Nos reflexos de palavras
Totalmente ociosas e corrompidas
Que se formam em qualquer lugar

Quando chove intensamente
E eu me perco nos sonhos
Sem origem e sem fim
Sem qualquer sentido que
Possa ser compreendido

Quando a neve que nunca caiu
Começa a cair, e me deixa
Perplexo por estar sobre o intenso frio
Que me congela por completo
Que não me deixa fazer nada além de pensar

Enquanto o mundo se desfaz
Não consigo ao menos me mover
Percebo, e logo vejo
Que tudo era só um sonho
Que eu nunca poderia controlar
Que nem ao menos fui eu que sonhei

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Vivo a não esperar!

Nunca espero pelo inevitável
Pelo o que não quero
Que aconteça de modo algum
Perante o longo percurso de minha vida

Apenas vivo sem me importar
Sem pensar por um instante
No futuro que já passou
Nos momentos que já se foram
Sem ao menos chegarem

Não me distraio a pensar
Em vidas posteriores totalmente obscuras
Em outros mundos que não conhecerei
Em outros modos de vida que nunca serão meus
Somente vivo e sou como eu

Não me deixo passar por ninguém
O que alguém fez ou ao menos pensou
Porque não poderia eu o mesmo fazer
Acredito mais e esqueço que só menor
Que muitos momentaneamente ou eternamente

Tenho minhas próprias ideias
Meus meros pensamentos
Podem valer como quaisquer outros
Pois eu vivo e penso
Como qualquer individuo
Que um dia viveu e pensou

domingo, 30 de junho de 2013

Sem tempo!

Eu queria ir a Londres e a Nova York
Eu queria ir a Veneza e a Atenas
Eu queria ir às Cataratas do Niágara
Eu queria ir a Torre Eiffel
Eu queria ir a grande muralha
Eu gostaria de conhecer Hitler o ditador
De conhecer Leonardo da Vinci o renascentista
De conhecer Albert Einstein o físico
De conhecer John Lennon dos Beatles
Queria poder conhecer todo o mundo
Queria poder conhecer todas as mentes
brilhantes que já habitaram a Terra
Eu gostaria de fazer tantas coisas
Mas eu não posso voltar no tempo
para conhecer os que não conheci
Muito menos viver pela eternidade
Para poder ir a todos os lugares que quero conhecer
Para fazer tudo que um dia sonhei
A vida é curta, muito curta
Por isso vivo cada segundo intensamente
Vivo cada instante como se fosse o último
Para que pelo menos daqui a dez anos,
cinquenta anos, cem anos que seja 
Que eu possa olhar para trás
e ver que minha vida valeu a pena
Que eu possa olhar sobre meu passado
e ver que consegui se tornar a pessoa que eu sempre quis
Que eu possa olhar através do tempo
e ver que em algum dia feliz eu fui

sábado, 15 de junho de 2013

O fim esta chegando

Tragédias, guerras
Pra todo lado à morte
Não só a morte física
As pessoas estão morrendo por dentro
Simplesmente estão  perdendo a vontade de viver

Vivemos numa atualidade
Onde por qualquer motivo
Ouve se falar em guerra

Onde alguns barris de petróleo
Quando poder e mais poder
Quando manchar tudo com sangue e dor
Vale mais que um milhão de vidas

Como mudar isto?
Deve ser uma coisa imutável
Completamente Impossível de ser alterada
Mas não é, existe varias formas para mudar tudo isto
Mais quem quer por um instante sequer pensar nelas

Aqui nesse novo mundo
A forma mais pratica de resolver tudo
É combater guerra com guerra

sexta-feira, 14 de junho de 2013

É difícil ser poeta!


Tento ser um simples poeta
Mas algumas vezes percebo
Que ser poeta é quase impossível

Quando os pensamentos me deixam
Quando as palavras temam em não ter sentido
Quando as frases ficam irreconhecíveis
Quando tudo se perde e se confunde em minha mente

Tento fugir e deixar tudo de lado
Mas pareço estar preso na confusão
que se tornou minha mente
Pareço estar cercado e desorientado
Completamente perdido e sem rumo

Mas eu lutarei ate o fim, nunca desistirei
Pois sei que em uma hora a inspiração voltará
Sei que em algum momento minha mente
conseguirá se liberta dos cadeados da contradição
que à aprisionam e deixará que meus pensamentos
Voltem a fluir livremente sobre o papel



Nós Dominamos

Estou me esquecendo de tudo
Não me lembro de mais nada, mais me lembro de tudo
Lembro-me do presente, lembro-me da minha época
Lembro-me das piores lembranças dos piores lugares

Estão me forçando a esquecer
A esquecer dos bons momentos
As paisagens incríveis que já habitam no passado
Estou tentando resistir, mas não posso

Onde antes existiam florestas e matas
Agora só posso ver concreto, vidro e metal
Onde passavam os grandes rios limpos e incolores
Agora passam apenas um estreito canal totalmente poluído
Onde antes se tinha um ar no mínimo respirável
Agora só restou um ar impuro, um ar toxico que mata

Estamos caminhando rumo ao futuro
ou voltando no tempo com toda a velocidade?
Estamos progredindo é claro, o homem esta progredindo
Mas e o mundo e os outros seres

Para que se importa com todo o resto
O que importa somos nós os humanos
Deixe que o resto seja destruído que o resto morra
Nós estamos evoluindo isso que nos interessa

Não vamos morrer se não houver
Nada, nada alem de nós no universo
Se não houver mais água pura
Se não houver ar para respirarmos
Vamos sobreviver, afinal somos a raça dominante
Quem ou o que pode nos abalar?
Nada nem ninguém podem, pois somos humanos!

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Sem Comparações

O dia e a noite
O que tem de incomum
O amanhecer e o anoitecer
O sol e as estrelas

O sol do dia que não passa de uma estrela
Que produz a luz de um milhão de outras estrelas
Uma estrela que não se compara com nenhuma outra

As estrelas da noite sem numero definido
Incontáveis aos meus olhos
Será que existe alguma beleza
Que se iguale ao cintilar de todas elas juntas

Mas como definir o mais belo
O sol com seu intenso brilho
Ou as estrelas com seu numero incontável

Como decidir? Como escolher apenas um?
Posso comparar a beleza de tais coisas
Posso eu um simples ser vivo
Comparar quaisquer coisas que existam no universo

Será mesmo que existe alguém ou algo no cosmos
Capaz de decifrar o que é mais perfeito
O que é mais deslumbrante o que é mais primoroso

O mais belo seria o simples ou o complexo
O grandioso ou o minúsculo
O normal ou o anormal
O mais provável é que eu nunca saiba
Então por enquanto vejo tudo como belo é maravilhoso.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ideias para poemas

Se tiver alguma ideia de um poema que você queira ler, e só postar que eu faço um poema com o tema pedido, assim você me ajuda a conseguir preparar poemas de diferentes estilos e tipos.

Mar de incertezas

As ondas que vão e vem
A espuma branca em meio ao azul constante
Com contraste na imensidão dos céus

Quem sabe os mistérios
Que se escondem no mar
Por trás de cada pedra
De cada grão de areia

Quem sabe? Quem sabe?
Quem dera eu saber
O que mais devo temer
Em que devo confiar
Não sei, apenas não sei

O mar e como a terra em que vivemos
Não sabemos o que temer
Temos medo do incerto
E confiamos no errado

Somos como os peixes do mar
Perdidos e famintos
Cegos e loucos
Cercados por tubarões insanos

O que podemos fazer
Tentar nadar em qualquer direção
e tentar apenas não se perder na escuridão
Não se perder em meio a imensidão da vida

Não quero ser adulto

Se para ser adulto
Tenho que viver no vazio e na tristeza
Se não posso estar sempre alegre

Não posso ser quem eu realmente sou
Quero ser uma criança eternamente



Quero poder rir de qualquer coisa
Quero poder fazer o que eu quiser
Quero ser louco eu quero ser feliz

Quero poder acordar todos os dias
E ver que nada mudou
Ver que o mundo é o mesmo
Que todos estão agindo como crianças
Não estão matando, não estão destruindo

Queria poder viver para sempre ao lado de todos que amo
Mas não posso eu sou só um ser humano
Eu não fiz o mundo e nem ditei suas regras
Eu não posso mudar o que aconteceu
Às vezes eu não posso nem sonhar

Eu não quero ter responsabilidades
Eu não quero viver preso
entre quatro paredes eu quero ser livre
eu quero aproveitar a vida intensamente
Eu apenas não quero ser adulto!

Palavras

Vivo sempre a escrever para tentar mudar
Mas minhas palavras não podem me transformar
Pois elas não passam de meus pensamentos e sentimentos mais ocultos
Que estão cravados em minha mente

Eu tento com elas apenas
Fazer do mundo um lugar melhor
Tento abrir os olhos das pessoas
Que a cada dia ficam mais cegas e se perdem na escuridão

Eu só queria viver num lugar melhor
Onde não importaria de nada
O dinheiro, a fama nem a gloria.
Onde eu poderia ser o que eu quisesse
Sem me importar com a opinião de ninguém

Eu só queria esquecer tudo
Esquecer que um dia houve guerras
Esquecer as tragédias que não param
Esquecer as tristezas que não me deixam

Quero recomeçar minha vida do zero
Como se eu nunca houvesse vivido antes
Não quero me importa com mais nada
Só quero poder viver e tentar ser feliz