Nas nuvens de confusão
Que se tornam meus pensamentos
Longe de nada e longe de tudo
Na escuridão que forma à noite
Nos reflexos de palavras
Totalmente ociosas e corrompidas
Que se formam em qualquer lugar
Quando chove intensamente
E eu me perco nos sonhos
Sem origem e sem fim
Sem qualquer sentido que
Possa ser
compreendido
Quando a neve que nunca caiu
Começa a cair, e me deixa
Perplexo por estar sobre o intenso frio
Que me congela por completo
Que não me deixa fazer nada além de pensar
Enquanto o mundo se desfaz
Não consigo ao menos me mover
Percebo, e logo vejo
Que tudo era só um sonho
Que eu nunca poderia controlar
Que nem ao menos fui eu que sonhei
Nenhum comentário:
Postar um comentário