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domingo, 29 de setembro de 2013

É ela!

Porque fico tão perdido
Imposto ao incontrolável do constrangimento
Sob palavras que se dispersam intensamente
Expelidas pela a incoerência de meus meros pensamentos

Não sei como expressar-me
Não há como definir palavras
Que torne um pouco mais sublime
O que passa por minha mente

Quando desvio meus pensamentos a você
Quando ouço a recordação de sua voz
Que me aterroriza por completo
E me deixa simplesmente insensato

Quem é você?
Para fazer isso comigo
Fico esbaforido, apenas em pensar
Em tudo que você poderia vim a ser
Mas não sou tomado por nenhuma conclusão

Tento ser um simples ser romântico
Que já perdeu o romantismo
Antes sequer de possuí-lo
Mas minhas palavras perdem o sentido

Não sei como, não sei o porque
Apenas fui tomado por esse sentimento
Que me deixa cada vez mais incompreensível

Sua beleza, aquela mais simples
Que habita em seu exterior
Foi ela a culpada, mas jamais somente ela
Seus pensamentos que não conheço
Esse seu modo incondicionalmente gracioso
Não haveria como não ser você!

Essa paixão, cada uma dessas
Sensações maravilhosas e únicas
Que me deixam sobre plena loucura
Podem até ser esquecidas
Mas você, com todo esse encanto, essa pureza
Essa perfeição instável, que está aí dentro
Nunca terei a chance de esquecer

sábado, 28 de setembro de 2013

Complemento!

"O mundo é aquele ser brilhante e incógnito que faz a existência ser um mero complemento do que já foi realizado"

domingo, 22 de setembro de 2013

Não quero ouvir isso!

Não quero viver a ouvir
Essa confusão em forma melódica
Que toma minha audição e invade minha mente

Não sou nem por perto um cantor
Minha voz totalmente desafinada
Totalmente fora de ritmo

Porque então estou a criticar
Nem eu sei certamente
Não sou ninguém
Sou apenas um ser indignado
Não sei com o que, mas assim estou

Não aguento essas combinações de palavras
Que cada vez mais ferem meus tímpanos  
Chega de harmonias melódicas
Quero ouvir conteúdo
Quero algo que faça meu espírito
Valer apena e que me torne complexo
E não que faça de meu corpo um reservatório
Cada vez mais perto do vácuo absoluto

Não dito nada, sou apenas outro!
Um revoltoso exacerbado, talvez
Não sei escrever uma frase em pleno sentido

Mas não aguento mais
Essa pejoração ao ser humano
Homens agridem sua raiva não expressada
Mulheres implicitamente xingam o mundo
Crianças cegamente seguem tudo

Como o mundo, a musica  
Se constroem a cada dia
De uma forma extremamente súbita
Tudo cresce como uma imensa torre pizza
Fixo pelos milênios, mas prestes a ruir

Qualquer coisa vale a pena!

O mundo onde qualquer ser humano vive ou já viveu, não tem um significado concreto, uma certeza que possa fazer de nós como seres humanos um pouco menos errôneos, não posso eu como um simples ser humano, dizer nada além de meu passado que não chego e talvez nem exista, sobre um futuro que já passou e que eu poderia telo perdido por completo, ou sobre um presente que nem ao menos conheço, mas que tento apenas torná-lo algo com o máximo de perfeição, onde eu poderia ser um ser que não pensa para pensar, e que haja sobre a mais intensa duvida sem ao menos se perguntar o porque. O meu mundo, minha vida, tudo não tem qualquer resposta, mas tudo sempre valeu, vale e valerá a pena, apenas tento através de minhas palavras, questionar-me e chegar a qualquer conclusão que deixe minha mente limitada um pouco mais saciada, sou apenas um adolescente, uma criança com apenas dezessete anos, mas isso não me proíbe de pensar um pouco mais sobre o meu verdadeiro significado nesse lugar que descrevo como maravilhoso, as mentes mais vastas e intensas, pela qual minha jovem audição já ouviu falar começaram a complementar o mundo com suas ideias e invenções desde o inicio de suas existências, me inspirando em qualquer um desses, apenas tento ganhar um micro espaço na historia dessa imensidão conhecida como Terra, quem sabe um dia, o tempo não importa, fama em vida não traz gloria alguma.

sábado, 21 de setembro de 2013

Só, no tempo

Eu sou o escritor do futuro
Pois durante o passado
E perante o presente
Eu nem sequer existo

Não sei porque sou assim
Desse modo incompreensível
Essa eterna incógnita
Perdida entre tempos

Tento compreender ao menos
o que verdadeiramente sou
humano, assim espero
Mas habito, sinto e vivo
Ou só passo de gás e matéria

Vagando diante do universo
mais nebuloso e sombrio,
mas para onde vou?
minha frequente duvida
que marcou seculos e vidas
pode simplesmente nunca ser
ao menos compreendida