Eu sou o escritor do futuro
Pois durante o passado
E perante o presente
Eu nem sequer existo
Não sei porque sou assim
Desse modo incompreensível
Essa eterna incógnita
Perdida entre tempos
Tento compreender ao menos
o que verdadeiramente sou
humano, assim espero
Mas habito, sinto e vivo
Ou só passo de gás e matéria
Vagando diante do universo
mais nebuloso e sombrio,
mas para onde vou?
minha frequente duvida
que marcou seculos e vidas
pode simplesmente nunca ser
ao menos compreendida
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