Vou viver em meio ao nada
Onde eu seria tudo
Longe de tudo e perto de nada
Onde eu poderia ser livre
Sem me importar com falsos olhares
Sem me importar em ser quem nunca fui
Onde eu poderia olhar
Para todos os lados e ver
O que nunca presenciei
Sentir o que nunca senti
Onde eu deitaria sobre o chão
Sobre o cintilar de estrelas
Poderia sentir o vento frio a me tocar
Pensar nas estrelas, no céu, em tudo
Como se não tivesse sentido algum
Como se fossem apenas algo a me pertencer
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